O PCP afirma e confirma a sua independência (a sua independência de classe e a sua soberania de decisões), não cedendo à pressão e à chantagem política e ideológica da burguesia e seus agentes.
E, assim, o Partido afirma e confirma a sua independência orientando-se pelo marxismo-leninismo.
Um partido comunista que abandone o marxismo-leninismo mostra com esse mesmo facto que, de fora ou de dentro, sofreu a pressão ideológica da burguesia.
O PCP afirma e confirma a sua independência mantendo firmemente as suas posições na base do internacionalismo proletário.
Pretender substituir a noção do internacionalismo proletário – resultante da identidade de interesses da classe operária de todos os países – por um “novo internacionalismo”, abrangendo forças operárias e forças burguesas e pequeno-burguesas; pretender “superar” um sistema de relações privilegiadas com outros partidos comunistas - estabelecendo, no mesmo pé ou prioridade, relações com partidos sociais-democratas – representam graves cedências à pressão ideológica da burguesia.
O PCP afirma e confirma a sua independência não limitando os seus objectivos aos objectivos da burguesia liberal, antes prosseguindo a luta por transformações profundas da sociedade.
O PCP afirma e confirma a sua independência adoptando os princípios orgânicos que garantam a mais profunda democracia interna e uma sólida e inabalável unidade.
Substituir os princípios orgânicos do Partido pelos métodos de funcionamento eleitoralista, autoritário e corrupto dos partidos burgueses seria também uma grave capitulação da sua independência.
Para ser de facto a vanguarda da classe operária capaz de conduzi-la à luta e à vitória, condições fundamentais são a força organizada e a unidade do Partido. Os princípios orgânicos do Partido constituem também uma decisão independente e uma manifestação de independência.
O próprio facto de existir, como partido operário, como partido marxista-leninista, é a maior prova da independência do Partido.
Julho 6, 2008 at 11:24 pm
«O PCP afirma e confirma a sua independência adoptando os princípios orgânicos que garantam a mais profunda democracia interna e uma sólida e inabalável unidade». O PCP afirma, os militantes é que não confirmam… Uns saem e outros continuam a votar nas listas únicas e nas teses únicas – as que emanam da Direcção.
Julho 11, 2008 at 1:13 pm
O PCP está no caminho correcto. Desviar-se do caminho para efeitos eleitorais é o equivalente a subir a saia por mais clientes.
Surpreendentemente, é o único partido a atrair os verdadeiramente descontentes.
Agosto 12, 2008 at 9:46 pm
Não há alternativa ao PCP
o FUTURO confirmará
de modo ainda mais claro
Setembro 8, 2008 at 10:21 pm
“afirmamos a sua natureza de classe como partido da classe operária e de todos os trabalhadores,aquele que melhor defende os interesses e aspirações de todas as classes e camadas sociais anti-monopolistas”Discurso de G.Sousa,festa “avante” 2008(ou seja das classes intermédias capitalistas)por outro o partido comunista não é de todos os trabalhadores é apenas do proletariado revolucionário. Não acha o João que se trata de uma “cedência à pressão e à chantagem politica e ideológica da burguesia e seus agentes” social-democratas pequeno burgueses e revisionistas modernos e que já existe desde a muitos, mesmo muitos anos no P.C.P.
Setembro 9, 2008 at 12:52 am
“E assim o partido afirma e confirma a sua independência orientando-se pelo marxismo-leninismo”.O João acha que um partido que desde longa data,abandonou o principio da Revolução proletária e a ditadura do proletariado,subtituindo estes principos revolucionários que devem orientar a actividade de um autêntico P.C.,pelas teses Kruchovistas da “coexistência pacifica” e ainda as teses da transiçao gradual para o socialismo pela “via parlamentar burguesa” e que orienta a sua actividade diária de hoje,para o eleitoralismo e defendendo teses reformistas anti-monopolistas, ou seja os interesses das classes intermédias capitalistas,confundido estas com a luta contra o capitalismo que é necessário tratar, burrifando-se para a exploração que estas exercem sobre o proletariado que se orienta pelos principios do marxismo-leninismo?Não acha que as “paredes de vidro” já se partiram a muito
Setembro 12, 2008 at 10:12 pm
Então João Aguiar,para quando o seu comentário aos os meus comentários?
Setembro 12, 2008 at 10:41 pm
Pois é, camaradas e… cambada! Fui dar um pulinho à “longa marcha BEs” contra a precaridade e ia LEVANDO PORRRADA!
Parece mentira, mas é verdade. Quando comecei a gritar uns impropérios contra o Márocas Soares (inventor dos recibos verdes no ano de 1983) levei uns safanões do guarda-costa do Louçã, por estar a querer “inquinar a unidade da esquerda”. A sorte foi que me fiz passar por ingénuo e eles precisavam de figurantes na Praça das Nações. Já no restaurante de Setúbal, pra morfar umas gambas – acreditem! – não faltaram os figurões…
E atenção: começámos por ser dúzia e meia de idiotas com um boneco às costas a “marchar” plo Parque das Nações à beira Tejo e por entre os jardins, mas nem foi mau de todo: apesar do ridículo da cena circense, a brisa corria ligeira. Depois do passeio foi tempo de jantarada e acreditem: por 10 € nunca comi prato principal que chegasse aos calcanhares daquelas entradas de morcela… Huuummmm!!!! A sobremesa já foi pior: O FranCHICO ESPERTO tentou mandar umas piadas no meio do discurso… Serão conselhos dos acessores de imagem? Não sabemos, mas fica o aviso: mantenha o tom de frade jesuita – é mais a sua onda.
De qualquer modo, termino depressa que o tempo é escasso e amanhã temos umas “performances” no jardim do Barreiro logo pelas 10h da matina. Aliás, plo que vi do programa da “longa marcha” BEs contra a precaridade, este e o próximo fim de semana serão passeados entre feiras, mercados e empreendimentos do Bélmiro de Azevedo. Porquê do Bélmiro de Azevedo? Não sei… talvez por ser fácil, talvez porque o Bélmiro enganou a família Louçã há 30 anos ou talvez porque o Américo Amorim pague saborosas morcelas. Quem souber que o diga e quem está de fora que tire à sorte.
De qualquer modo, conheci o jovem deputado José Soeiro e, sobretudo, conheci as opiniões dos seus “camaradas”…. mas amanhã conto mais!
Setembro 16, 2008 at 10:55 am
Joao, quando voltas? o blog está parado há muito e até tens aqui um tal JMLuz que quase juraria que é o JM do anonimosecxxi a fazer umas provocações que dá vontade responder!
Setembro 22, 2008 at 11:18 pm
Força amigo,se acha que é provocação responda,sossegue que o João ha-de arribar.
Quanto a um tal jm, não sei de quem se trata,mas vou já ver o que ele diz,mas pela provocação que o “amigo” faz,já pressinto que não é do vosso agrado