A independência de classe do partido – que se revela e afirma na independência política em relação à classe dirigente, na libertação da ideologia e fraseologia burguesa social-democrata, na afirmação da sua própria ideologia, do seu próprio programa, dos seus próprios objectivos, da sua própria acção – constitui, desde a formação dos primeiros partidos comunistas, um traço característico, fundamental e prioritário.
Junho 29, 2008
O Partido com Paredes de Vidro – a independência de classe – 36/40
Posted by joaovalenteaguiar under Livros, Luta dos trabalhadores, Marxismo, Álvaro Cunhal[2] Comments
Junho 30, 2008 at 12:41 pm
Intervenção de Álvaro Cunhal no seu julgamento no Tribunal Plenário, de 2 a 9 de Maio de 1950:
“Nós queremos que a política seguida em Portugal seja efectivamente portuguesa, seja determinada pelos interesses da maioria da população portuguesa e não pelos interesses de um ínfimo punhado de multimilionários que se tornam cúmplices dos imperialistas estrangeiros nos conselhos de administração das grandes companhias. Nós queremos que a independência portuguesa seja uma realidade vivida pelo nosso povo e não uma frase para fins publicitários.”
Julho 5, 2008 at 9:43 pm
É preciso crescer
não basta ter razão