A comunidade de ideal, a identidade de objectivo, a raiz de classe, a luta comum e as provas que ela exige, a vida democrática do Partido, o trabalho colectivo, a participação em realizações que implicam organização e coordenação de esforços – todos estes e outros múltiplos factores são incompatíveis com o isolamento do indivíduo e com as condutas egoístas e desenvolvem nos militantes o hábito de ajuda recíproca e os sentimentos de amizade e fraternidade.

O normal nas relações entre comunistas é a amizade isenta, profunda e duradoura, a prontidão para correr em ajuda dos camaradas, a facilidade no compartilhar de esforços, de privações e de dificuldades, a fraternidade no sentido mais elevado da palavra.

Irmãos no combate nos consideramos e como irmãos de combate nos vemos, nos conhecemos, nos respeitamos e nos estimamos.

A fraternidade e a ajuda recíproca dos comunistas é um elemento importante da sua força e da sua unidade e uma fonte inspiradora na ligação com as massas populares.

É uma expressão simples, directa e convincente do espírito humanista que anima e inspira a causa do comunismo.