Dar contas da actividade é além do mais uma fase constante e um acto necessário e obrigatório na realização de qualquer tarefa. No trabalho quotidiano do Partido, o controlo de execução outra coisa não é senão o acompanhamento da realização das tarefas, solicitando regularmente e no tempo devido que os organismos e os militantes prestem contas do trabalho de que ficaram responsáveis. A intensíssima actividade do Partido torna tal prestação de contas natural e indispensável em todos os momentos.
Sendo entretanto também frequente que decisões tomadas sofrem delongas ou são mesmo esquecidas, o melhoramento do controlo de execução tem de ser uma preocupação de todos os organismos responsáveis.
Prestar contas não é nenhuma imposição por motivo de desconfiança, nenhum acto de subordinação ou de falta de autoridade. Prestar contas é dizer simplesmente o que se fez e por que se fez no âmbito das tarefas estabelecidas e do trabalho colectivo. Ou o que se não fez e por que se não fez. É uma atitude correcta, fácil, habitual de todos os organismos e militantes. É um aspecto comum e diário inerente à dinâmica do trabalho.
Os militantes prestam contas da actividade, tanto nos organismos de base como nos organismos superiores. E os organismos de base e os organismos superiores também prestam contas da sua actividade.
