
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) faz hoje 24 anos de existência. O seu exemplo de luta contra a opressão e contra o latifúndio merece toda a admiração de comunistas e progressistas. Um movimento constituído por gente militante e comprometida com a luta por uma outra sociedade. Um movimento que pela sua tenacidade e raiz de classe tem sido alvo de assassinatos, prisões e torturas. Contudo, resiste. Mostra, assim, a todos os povos que é possível resistir ao imperialismo e prova que os trabalhadores e seus aliados, quando unidos e armados com uma linha política independente dos interesses do grande capital, podem transformar a sociedade.
Janeiro 24, 2008 at 2:08 pm
Mas…se continuarem a papar (LULAS)dificilmente lá chegaram!
Penso eu!
Tou certo ó tou errado?
Janeiro 24, 2008 at 8:29 pm
[...] Brazilian Landless Workers Movement (MST) celebrates today its 24 years. João Valente Aguiar [pt] publishes a beautiful black and white picture and describes it as a “movement which [...]
Janeiro 24, 2008 at 10:57 pm
Eles não apoiam directamente o Lula. Contudo, sabem que a ruptura total e abrupta com o governo Lula neste momento os deixaria sozinhos, desligados das fortes bases sindicais da CUT (central sindical controlada pelo PT). Há várias entrevistas onde o João Pedro Stedile – um dos líderes do movimento – casca no Lula forte e feio. Por outro lado, uma parte da base militante do MST, apesar de contestar a esmagadora maioria das políticas do governo Lula, continua a ter esperanças neste, se bem que na minha opinião estejam equivocadas.
A manutenção de uma linha política virada para as massas do campo e com o propósito de transformar a sociedade brasileira dá uma certidão de seguro para o MST. O seu grande desafio, ontem como hoje, é ter um outro movimento com ideais mais ou menos idênticos na cidade que permita uma aliança operário-camponesa capaz de fazer germinar uma onda de transformação social no país e com repercussões em toda a América Latina.
Abraço